Depois da Tempestade vem 2021!

O ano de 2020 foi talvez um dos mais difíceis do século XXI, não porque tenha acontecido uma catástrofe apocalítica, mas porque a vida nos desafiou a lutar pela nossa casa. Em 2003 já tínhamos tido um surto de coronavírus na Ásia, o primeiro, e um pouco por todo o mundo, o SARS-CoV-1. Mas não só. Neste século, já passámos por crises financeiras, crises políticas, inundações, incêndios, secas, ataques terroristas, crimes organizacionais pelas ruas das grandes capitais, enfim… um novelo de constantes mutações. A sociedade não é estanque. Tudo o que está vivo movimenta-se. São os inúmeros ciclos do Planeta Terra e das pessoas que cá habitam, nós, seres humanos e seres vivos.

2020 trouxe tudo isso: uma epidemia que rapidamente se transformou numa pandemia e nos obrigou a ficar fechados em casa. Obrigou a que as ruas ficassem desertas. Obrigou a que os governos de todos os países se reajustassem a uma nova realidade. Obrigou a que todos nós pudéssemos encontrar soluções para ultrapassarmos esta crise de saúde pública que se estendeu às finanças e à política. Foi, acima de tudo, um grande desafio para a humanidade que deixou de se abraçar e beijar para poder controlar ao máximo o alastrar de uma infeção que já matou milhões de pessoas em todo o mundo. E aqui é que está o ponto chave. A mim disseram-me, neste ano que passou, que “o mundo pode estar a passar por uma crise, mas tu não”. Foi a isto que me agarrei, continuar a fazer. A fazer diferente e a fazer mais e melhor. Posso dizer-vos até, e longe de me querer mostrar egoísta ou insensível, que foi o melhor ano que vivi a todos os níveis. No campo profissional, dei vida a vários projetos que estavam para ver a luz do dia há bastante tempo. No campo pessoal, tive a certeza absoluta quem eram de facto os meus amigos. No campo social, encontrei muitas, novas e boas pessoas que me vieram abrir novas portas para o futuro. E no campo familiar, nunca estive tão unido e tão fortalecido pelos laços que me unem à minha família. Refleti muito, pensei muito e encontrei-me. Posso dizer-vos, também, que levei uma gigante chapada de humildade, por finalmente perceber o que interessa na vida: a simplicidade da autenticidade. Viver, aliás, o dia a dia, o momento, porque amanhã pode ser demasiado tarde.

2020 foi todo este turbilhão de emoções e picos que nos mudou a todos, direta ou indiretamente. No entanto, depois da tempestade vem a bonança, não é verdade? Os antigos sempre o souberam. Gosto de dizer que essa prosperidade e essa tranquilidade têm um nome: 2021. O ano que mal começou e que promete ser de mudança constante. Para quem gosta e segue numerologia, é o ano número 5, somando todos os algarismos, o que significa que a transformação, a mutação e as águas da nossa vida vão mexer e nós temos de acompanhar esse ritmo fervoroso e rápido daquilo que nos vai acontecer. Se é bom ou se é mau? Não sei, não faço futurologia. Porém, sei que os responsáveis pelas nossas vidas somos nós mesmos e cabe-nos a nós escolher o que verdadeiramente queremos atingir nos próximos 12 meses. Temos muito tempo pela frente, muito caminho… e isso só mostra que para agarrar o momento é agora e fazer da bonança o nosso lema.Por isso, desejo-vos a todos um excelente ano e que nunca deixem de sonhar!

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