O Amor. Hoje e Sempre.

No domingo passado, dia 14 de fevereiro, festejou-se o dia dos namorados, ou o dia de São Valentim, como muita gente também gosta de lhe chamar. É uma data em que se celebra tudo aquilo que duas pessoas de um casal de namorados ou de um casamento institucional sentem uma pela outra. Mas acho que, acima de tudo, se celebra a união, mais do que qualquer outra coisa.

Falar de amor é muito difícil, porque não é algo que se possa descrever por meras palavras. É muito mais do que isso. Amor para mim pode significar uma imensidão de sentimentos que para outra pessoa podem ser insignificantes. Eu valorizo muito o respeito e o carinho que sinto pela pessoa de quem gosto. São os pilares fundamentais para que uma relação possa perdurar no tempo. As brincadeiras também fazem falta. Os ciúmes, quando saudáveis e moderados, têm o seu apontamento de charme. A bravura do sexo é muito importante também. Os ingredientes de duas pessoas que se juntam para celebrar o amor que as une são muito fáceis de adquirir… e cozinhá-los? Quem é que está disposto a fazê-lo? É que amor também é dedicação profunda.

Sinto que, durante algum tempo, se começava a banalizar as palavras, os gestos e as ações na altura da conquista do nosso(a) amado(a). Porque tinha de ser, simplesmente. Antigamente havia uma classe e um cavalheirismo muito associados à conquista de alguém. Porque também tudo era diferente e, por outro lado, não havia as causas que hoje atravessamos. Essas importam cada vez mais e sinto que, com o surgimento da pandemia e, consequentemente, termos de ficar fechados em casa, há uma saudade de voltar a estar e de voltar a abraçar sem medos. Isto é bom e bastante positivo. Estamos realmente sedentos de regressar à rua e amar sem preconceitos.

A meu ver, talvez, foi um dos grandes e mais relevantes aspetos que tudo isto nos trouxe. Olharmos para dentro de nós e amarmo-nos mais, cuidarmos mais de nós mesmos, mais dos outros e mais daqueles que nos são próximos: a mãe, o pai, o irmão, a avó, a tia… são a nossa estrutura base de educação. Falar de amor é isto mesmo, continua a ser extremamente difícil, pelo menos para mim que não o consigo exprimir em palavras, no entanto sinto-o aqui, cá dentro, junto ao coração, por tudo aquilo que que sou.

O dia da mãe está a chegar, antes ainda vem o dia do pai, pelo menos em Portugal é assim, e gostava que olhássemos muito bem para estes dias e os sentíssemos não apenas nestes dias, mas em todos os dias da nossa vida. E o mesmo é válido para qualquer outra data, porque o amor não escolhe dia nem hora e porque o dia dos namorados também pode ser hoje, assim como ontem e como será amanhã. É amor, ponto final. É só isso que importa.

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